terça-feira, 24 de maio de 2011

Carta Psicografada (uma resposta)

Fic: Carta Psicografada (uma resposta)
Capitulos: 2/2
Personagens: Raquel, what's my name, outros
Temporadas: 1
Sinopse: Uma resposta à fic "Carta Psicografada (uma corrente)" . O que aconteceria caso você não acreditasse em uma corrente? Ou o que pode acontecer...
[n/a: estou orgulhosa de mim, yay. Continuação da primeira fic que faço sem me colocar como personagem. E nesta eu também não puis uma palavra minha. Sou supersticiosa demais, é. Só que não acredito em correntes xD Enfim, boa leitura e cuidado em seus sonhos.]

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"Carta Psicografada (uma resposta)"

Seus ultimos momentos foram como o resto de sua vida…

A luz havia acabado em casa naquela noite. Felizmente meu note book estava com bateria o suficiente para mais duas huras de leitura. Meu nome é Raquel e, sim, eu sou mais uma daquelas garotas viciadas em Tumblr.

Eu estava lendo alguns posts bem divertidos até o momnto em que li aquela corrente… Falava de uma carta psicografada… Um bebê morto… Ah, não sei ao certo… No final a garota estava em um consultório psiquiatrico, acho que vou parar de seguir esse tumblr. A garota tem probleminhas.

Claro que eu não rebloguei. Meus seguidores achariam que eu tenho probleminhas, é. Enfim, voltei à ler sem conseguir esquecer da história da carta… Será que aquilo realmente era verdade? De fato, era uma corrente bem escrita, sem nenhuma apelação do tipo: “Se não reblogar vou puxar seus pés a noite.”, mesmo assim uma corrente é uma corrente e eu não acredito nisso.

Minha mãe é muito supersticiosa. Já eu não sou nem um pouco. Gato Preto dar azar é puro preconceito, bruxas não existem, sou Atea, santos não vão ter cuidado de procurar suas coisas para você, fantasmas não apareceram na tv ou em espelhos. A vida é assim, real, nua e crua.

Minha mãe, nesse exato momento, deve estar dormindo enrolada de baixo das cobertas com medo do escuro. Eu estou na minha cama macia, tomando toddynho e com algumas velas iluminando a cabeceira… Pra que ter medo do escuro? Ainda não inventaram um teletransportador, não vai aparecer nada anormal aqui.

O tempo foi passando. Existem uns tumblrs muito legais tipo o sentimentos de pelúcia… Essas pessoas escrevem muito bem, merecem meu respeito, por mais que alguns posts sejam duvidosos.

Amor puro e inocente, forte e verdadeiro? Hum, ainda estou pra conhecer.

Eu vivo na realidade, diferente de outras pessoas. Não temo o que minha imaginação cria, por que eu sei que ela que criou. Simples assim, ponto final.

Quando eu menos esperava o meu lap top desligou… É, parece que já se passaram duas horas. Eu o fechei e coloquei na mesa ao lado da minha cama, me virei para apagar as velas que estavam na prateleira, só que elas se apagaram antes que eu pudesse soprar. Me levantei e fechei uma frestinha da janela que estava aberta, me deitei e adormeci…

A jovem, após mecher no computador até meia noite, finalmente adormeceu. E, em seus sonhos, ou eu deveria dizer pesadelos? Bom, em sua mente coisas estranhas aconteciam.

Ela passava por uma rua, estava escuro e o chão de paralelepipedos estava molhado, quente e gosmento. As casas eram feitas de blocos de pedra acinzendatos que pareciam completamente sem vida. Algumas nuvens se moveram no céu e a lua iluminou o cenário. A jovem parou e apenas olhou para sua frente. Não eram casas… Eram tumulos? Ou lapides? Mausoléus? Ah, ela estava em uma trilha em um cemitério. Isso ficou claro ao ver as pedras, agora prateadas ao reluzir a luz do luar, e ao ver os vários corpos estirados derramando aquele liquido quente e gosmento.

Ela se sentiu enojada ao ver que havia se sujado com o sangue de outras pessoas, mas como toda a trilha se encontrava naquele estado resolveu continuar. Alguns cadaveres pareciam estar lá a mais tempo do que outros. Alguns derramavam sangue quente, outros já não sangravam mais… Ela se viu em uma encruzilhada e acabou parando para escoler que caminho seguir. De preferencia o mais limpo ou algum que a tirasse dquele lugar incômodo.

Sem que ela percebesse um garotinho se aproximou dela e ficou a encarando. O pequeno, sem ser percebido, puxou levemente a saia de Raquel. A jovem olhou para dele assustada. Aquele fragil e pequeno garoto deveria estar perdido. Seus cabelos eram longos e mal cuidados, sua franja lhe caia sobre os olhos e suas roupas estavam manchadas de sangue e rasgadas. ” O que foi?” A jovem perguntou e ouviu sua voz ecoar por entre as pedras e os corpos.

“Qual é meu nome?” o garotinho perguntou. A voz dele era baixa e rouca, e mesmo assim teve força para ecoar naquele cemitério.

“Como?” A jovem disse sem entender. Ela se abaixou para tirar a franja dos olhos do menino e o fez enquanto ele perguntava novamente.

“Qual é meu nome?!?” O garoto perguntou mais alto no instante em que a jovem descobriu o motivo de uma franja tão grande tapando ambos os olhos.

Aquele grito não ecoou, os passaros voaram ao fundo e a pobre garota caiu ao chão. Aquele fragil garoto não tinha olhos.

De repente tudo ficou escuro e Raquel não conseguia falar. Ela ouviu uma voz sussurrar : “Devolva minhas lembranças”

Uma mão lhe tapava os olhos enquanto outra lhe tapava a boca. O sussurro ecoou, e em seguida um grito. :” Devolva minhas lembranças! “

Raquel sentiu uma dor profunda no peito sem saber exatamente o que estava acontecendo. Sua boca estava livre para que ela gritasse, mas nenhum som saiu. Era como se ela estivesse mergulhando em um rio, calmo e morno. Logo ela não sentia mais nada, e daquele sonho ela nunca mais acordou.

Na manhã seguinte a mãe da jovem tentou acordar a filha, a mesma não reagiu. Ela estava morta, misteriosamente morta.

A mãe chamou a policia. A causa da morte parece ter sido uma hemorragia interna, causada por algo desconhecido.

Talvez você possa não acreditar em quebra de correntes, mas, em certos casos, prepare-se para sofrer as consequencias… Alias, você sabe qual é meu nome?

posted by - whatsmyname? at 09:09 am.


Carta Psicografada (uma corrente)

Fic: Carta Psicografada (uma corrente)
Capitulos: 1/2
Personagens: xxxx
Temporadas: 1
Sinopse: Leia. E limpe seu quarto mais vezes (y)
[n/a: estou orgulhosa de mim, yay. Primeira fic que faço sem me colocar como personagem. Basicamente sou contra tudo que escrevi. Aborto, maus tratos à mulheres, etc. Ah, e eu tenho uma mente perturbada. Estava extremamente feliz quando escrevi este conto. Boa leitura (y)]

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"Carta Psicografada (uma corrente)"


Antes de ontem eu estava limpando o quarto e achei uma carta muito confusa datada de 14/03/2011. É, meu quarto estava realmente uma bagunça, eu sei, mas eu me pergunto o que essa carta estava fazendo lá. Vou escrever aqui as coisas que eu li e que eu possivelmente escrevi (só sei que fui eu por ter reconhecido a letra.).

A tal carta foi (provavelmente) psicografada por mim e ela estava escrita em uma folha de fichario, no espaço entre o topo da folha e a primeira linha, aquela parte branquinha, estava escrito bem grande, ocupando todo o espaço, 14/03/2011.

“Era uma sexta de julho, não, de junho, é, fazem 9 meses, não? Bom, não importa… Eu só queria poder dizer essas palavras… Eu só queria que alguém pudesse me ouvir… Mas ninguém pode, eu não estou aqui… Na verdade eu não cheguei nem perto de estar… Minto, cheguei perto mas ninguém me deu a devida atenção.

Foi naquela sexta que aconteceu… Eu estava vivo… Eu era um ser humano como você… (…)”

Depois dessas frases tinham alguns rabiscos, palavras que eu não consegui indentificar. Acho que eram infancia, criança e bebê…

” (…) Filhos não deveriam ser tratados assim, mamãe não pensa da mesma maneira. Eu não sei qual é meu nome, você sabe? Me diga qual é meu nome! Eu quero poder falar com você de igual pra igual… Ah, mas eu não tenho muito tempo aqui. Você não tem tempo de descobrir meu nome.

Fazem nove meses que eu estou morto. Sabe quem me matou? Bom, você lembra que a mamãe achou que estava muito gorda? Há nove meses ela falou que estava tomando remédios pra emagrecer, não é? Quando na verdade ela estava tomando veneno pra me matar!!! (…)”

Até chegar nessa parte da carta eu não estava entendendo muita coisa… Mas então eu comecei a me sentir tonta e lembranças vieram à minha mente…

” (…) Eu não sei se você sabe, mas a mamãe acreditava que eu não era uma coisa boa. Ela acreditava que só um homem mau na familia bastava… Eu não tenho mais tempo… É dificil falar com você… Bons sonhos, querida irmã… Saiba que eu sempre te amei.”

Pois é, a estranha carta acaba ai… Pode não fazer sentido sozinha, e pode ser que eu tenha esquecido completamente dela por um bom tempo, mas quando eu li eu lembrei do sonho que tive na mesma noite…

Minha mãe sempre disse que meu pai não prestava. No sonho ele chegava em casa e abusava dela, aconteceu o previsto, ela ficou gravida. Mas ela queria se livrar daquele bebê. Primeiro por que ele era o segundo fruto daquele que eu costumo chamar de pai, segundo por que ela sentia que ele seria um menino. No sonho minha mãe começou a tomar muitos remédios, ela me falava que era uma nova dieta e que eu não precisaria me preocupar. E então foi como se o tempo passasse e eu estivesse vendo um bebê sendo jogado descarga a baixo.

Tudo fez sentido naquela hora. Eu nem terminei de arrumar o quarto (não sei se você se lembra, mas eu comecei a história falando que estava limpando aquilo que chamava de quarto.) e fui perguntar pra ela por que ela tinha feito aquilo. Minha mãe olhou pra mim com desprezo e saiu de casa.

Ela chegou tarde, eu ja estava na cama quando ouvi barulhos na sala. Achei que fosse mais uma briga normal aqui em casa e adormeci. Sonhei com meu irmão novamente. Acho que venho sonhado muito com ele, apenas não me lembro dos sonhos. Por que eu tenho certeza de que não é a primeira vez que eu sonho com um garotinho eprguntando “qual é meu nome?”

Ontem, quando acordei e fui pra sala vi minha mãe estirada no chão e manchada de sangue. Entrei em choque. A poça de sangue parecia formar dois corações, a primeira coisa que pensei foi que um era meu pai e o outro o meu irmão que não chegou a nascer…

Hoje eu estou na sala de espera de um consultório psiquiatra e decidi narrar pra vocês tudo o que eu passei, e contar o que minha mãe pediu para eu contar. Na verdade, foi o que eu consegui supor, talvez uma saida para essa minha sina…

Basicamente ela disse que eu não devo contar essa história para uma pessoa sequer, pois ela irá perseguir a todos em seus sonhos, da mesma forma que ela vai fazer comigo, da mesma forma que meu irmão faz comigo, mas ela irá me fazer muito mal. E eu aconselho você à passar isso adiante, por que uma vez que você saiba da desgraça da minha familia minha mãe vai querer apagar isso tudo de sua mente e meu irmão vai tentar a todo custo descobrir seu nome. Pensem assim, quanto mais pessoas, mais dificil de eles invadirem os seus sonhos, ou os meus sonhos… Espero eu.


domingo, 12 de dezembro de 2010

Dream With Reality (oneshot)

Fic: Dream With Reality
Capitulos: Oneshot (com agradecimentos e notas da autora.)
Personagens: a maioria de meus amigos. Leiam as notas da autora que vocês vão entender melhor.
Temporadas: 1
Sinopse: Uma escola na qual a ultima semana de aula não significa férias, mas sim diversão. Palestras, jogos, gincanas e, claro, um ultimo dia marcante e romantico.


-~*~-

Notas da autora:

N/a: Antes de mais nada eu queria avisar que essa fic toda saiu de um sonho... Acho que eu nunca sonhei com tanta gente na minha vida!!! Todo mundo apareceu nele, é impossível! Bom, no sonho não dava pra saber sobre o que estávamos palestrando. Apenas usamos o logo do naito e o fool. Nem o que eu conversava com o Henzo. Apenas sei que eu estava pedindo ajuda em um projeto. Também não sei o que os três ninjas, ou espiões, ou como preferirem estavam procurando. No sonho eu não tive as respostas e as ‘pontes’ que coloque aqui. Eu simplesmente montei um quebra cabeça e achei a melhor maneira de colocar todas as situaçõs em uma fanfic, mas as partes mais importantes, como a ‘Djasmine’ flutuando e me jogando, a minha corrida com o 'Gustavo', o coração do ‘J’ acertando minha cabeça entre outros aconteceu.

Eu estou omitindo os verdadeiros nomes, boa diversão pra vocês. Acho que só quem me conhece e aparece no sonho vai ter um mínimo de capacidade de encaixar todos os casos e piadas internas que tem aqui e descobrir quem são as pessoas desse sonho. A maioria está com a primeira letra do nome. O Henzo, a Helo e as amigas da Danny são exceções por que pensar em nomes com ‘H’ é complicado e são as amigas da Danny. Não sei o que elas estavam fazendo no meu sonho.

Esse sonho chega até a ser assustador, por que foram poucas coisas que eu precisei inventar. O final em que os ‘ninjas’ decidem tentar me atrapalhar foi inventado, mas todo o resto foi sonhado. Talvez todas as pontes também tenham sido sonhadas e eu apenas não me lembro.

Como eu disse pra naye e pra Danny, quando eu escrevo eu me perco em minha mente, as coisas ao meu redor não me atingem. Eu me desligo. E talvez a minha facilidade em escrever sem precisar parar pra pensar em como juntar as situações signifique eu realmente sonhei com isso... Bom, era isso que eu queria dizer. E, no final da fic, eu vou colocar o nome de todos os inspiradores que invadiram minha mente na noite do dia 10/12/2010.

P.S> O Jack dessa vida é desconhecido!!! Nunca vi ele na minha vida (y), antes que me perguntem aushauhsa

Sem mais, boa leitura pra vocês ;D

Mayuga-fc

-~*~-


Dream With Reality


-Ultimo dia de aula, finalmente!!!

Na escola Dom Barticenni a ultima semana de aula é a mais esperada por todos os alunos. Nem tanto pelas férias, mas sim pelas atividades praticadas e pelos corações de cobre.

São pingentes de cobre em formato de coração, os quais são vendidos na papelaria da escola. Os garotos compram esses corações na ultima semana de aula e eles mesmo decoram e escrevem as iniciais deles e da garota escolhida com um aparelho próprio para escrever em chaveiros e metais.

As atividades especiais dessa semana variam entre gincanas, paletras realizadas por alunos, professores e convidades, concursos, salas temáticas e, no ultimo dia, a entrega dos corações.

-Henzooo, da uma ajuda pra gente terminar a palestra? – Perguntou Annie, a jovem de cabelos encaracolados curtos e com as pontas em um tom avermelhado, olhos castanhos e pele parda vendo o professor alo, pardo, cabelos castanhos longos o suficiente para estarem jogados para cima com o possivel uso de cera, olhos castanhos por trás de um óculos de armação fina e escura e um pouco de barba pelo rosto.

-Opa, claro. O que vocês precisam? – perguntou o professor de biologia.

-Então, nos ajuda a convencer o He a nos “patrocinar”? – Pediu Annie com os olhos brilhantes e pidões

-Como assim “patrocinar” ? Hahahah – perguntou Henzo rindo.

-Ah... É assim, nós queremos usar o logo dele, já que nossa palestra é sobre logos. Vamos falar do panda da hope, do puma da puma, do rinoceronte da ecko e do camaleão do logo do Heliot. Pra descontrair no final do trabalho nós vamos transformar o fool, meu gatinho, em logo.

-E vocês já pediram pra ele?

-Tentamos, mas ele falou : “se vocês conseguirem fazer um professor pedir para mim, eu patrocino!”
-Legal que ele sabe que você possivelmente conseguiria um professor pra fazer isso facinho, não é?

-É, ele só faz charminho. É coisa de meio-irmão.

-Mas vocês são meio-irmãos? – perguntou o professor virando sua atenção à prateleira com livros a sua frente.

-Só de brincadeira... Kyaah – falou Annie sorrindo e pulando – Valeu Henzo!

-Opa, que isso! Depois eu vou la falar com ele. – Henzo sorriu e fitou a aluna por um instante.

-Valeu, valeu, valeu! Hahaha – Annie deu um beijo na bochecha do professor e saiu saltitante- Você é demais, Henzo. Hááá, eu falei que conseguiria, mesmo que ninguém tenha duvidado... – falava sozinha toda animada.

A jovem foi até suas amigas, as quais estavam na escada esperando-a.

-Conseguiii!! O Henzo vai falar com o Helio – falou a jovem se sentando ao lado das amigas Beatrice, com seus longos cabelos lisos em um tom loiro escuro, pele clara e belos olhos verdes, Nataly, de pele morena e cabelos longos originalmente cacheados porém atualmente lisos em um tom de castanho escuro e olhos da mesma cor, Natalie, japonesa com seus cabelos negros cortados em estilo k,curtos, repicados e coloridos com olhos escuros, Inaiê, morena de cabelos cacheados indo até um palmo abaixo do ombro recém pintados em um tom de preto azulado e olhos castanhos e Djasmine, morena com cabelos levemente ondulados quase do mesmo comprimento que os de inaiê em um tom de castanho claro e orbes da mesma cor.

-Tem certeza que vocês não querem participar da palestra? – Nataly, ou Naah, perguntou para Natalie e Djasmine.

-Sim, prefiro a corrida. – falou Djaz

-Eu também. – Falou Kei. Kei é o apelido de Natalie, pois a jovem tem o estilo ‘visual-k’

-Ah, mas eu vou palestrar e correr. – falou Annie.

-Só você, hahahaha – riu Ina.

-Né! – concordou Naah.

-Ah, poxa! É que o Gustavo pediu pra mim! – Annie falou sorridente.

-É, nós sabemos. Ele é seu sobrinho e você mima ele. – falou Bea.

-Sim sim. É meu sobrinho, mas eu não mimo ele! – Annie disse animada se sentando nas escadas.

-Certo, certo! Agora, vocês viram quem mais vai correr? E, segundo ele, o porquê disso tudo é que a pessoa que ele “gosta” vai correr. – Ina disse em um tom misterioso enquanto levava a mão a boca para rir silenciosa e malevicamente.

-Jack? – perguntou Annie.

Todos naquela escola conhecem o ‘galinha Jack’, ou Jackson. Ele tem a fama de garoto mais galinha, pervertido e “sedutor” da escola. A ultima “vitima” dele foi Kei. Ninguém entende como esse garoto mudou de Nerd a pop em menos de um semestre, mas todos podem afirmar que essa mudança foi desprezível.

Talvez o mais incrível seja ver que existem garotas que se sentem atraídas por ele e, mesmo ela não querendo, Annie é uma delas.

-Annie-chan, como você conseguia gostar de alguém como ele? – perguntou Ina.

-No inicio ele era legal. Ele não era o Play Boy que é atualmente... Mas, como eu sou uma idiota que vê o lado bom de tudo e de todos, acabei me apegando a algo que não existia e que eu não conhecia. – disse Annie olhando para cima. Em seguida sorriu e se levantou. – Bom, vamos achar o He?

-Vamos lá! – falou Bea animada.

-Sim, mas você fala, An! – disse Naah, também se levantando.

-Como sempre, a Annie que fala. – Ina se levantou

-Vão vocês, eu e a Kei-chan vamos treinar. Vem K! – falou Djasmine puxando Kei até a quadra.

-Ookay. - Naah disse e em seguida foram em busca do jovem.

Enquanto isso dois jovens conversavam sobre algo, ou melhor, alguém.

-É aquela garota ali. – falava um jovem alto, cabelos de um loiro escuro, lisos e não muito longos. Longos apenas a pondo de serem arrepiados, olhos castanhos e uma pele parda clara enquanto apontava para Annie.

-Então foi ela o motivo dessa mudança drástica, maninho? – perguntou uma jovem de longos cabelos ondulados e dourados, olhos castanhos e pele no mesmo tom que o garoto.

-Não te chamei aqui para ouvir esses desestímulos, Mel. – o garoto encarou a irmã.

-Ah, Jack, me chama de irmã, pelo menos uma vez! E eu acho que aquela garota gostaria mais de você antes. Eu, pelo menos, não me arriscaria em ficar com o garoto que já pegou quase todas as meninas da escola.

- Você sabe que eu fiz isso pra ver se ela me notava, ou você acha que ela olharia para um nerd?

-Eu sei. Estou acompanhando essa história desde o ano passado.. Primeiro era pra chamar atenção, depois pra causar ciúmes, e depois? Vai me dizer que você não gostou das vadiazinhas no seu pé!

-Gostei... Mas eu gosto mais dela. - o jovem respondeu olhando para cima.

-Idiota. Só isso que eu tenho a dizer. – falou a irmã entregando um pacote ao jovem. – Vou embora antes que me expulsem da escola. Boa sorte...

Voltando às garotas, Annie gritava pela escola nomes e apelidos em busca de seu ‘irmão’.

-Maninhooo, He- onii-chaan? Heliooot!!

Inaiê, Nataly e Beatrice andavam rindo das palhaçadas da amiga. Talvez o mais estranho tenha sido encontrar Heliot, Baby e Alec vestidos de preto com óculos escuros atrás de uma pilastra.

- ... Ponto, ponto, ponto. Ou reticências, como você preferir. O que diabos? – perguntou Annie se segurando para não rir da situação.

-Drooooga! – disse Alec, alto, magro, pele morena, cabelos curtos em caracóis pequeninos e olhos castanhos por tras de uma fina armação de óculos, no momento trocados por óculos escuros de grau.

-Droga! Droga L! – disse Heliot. Sua pele era em um tom pardo claro, seus cabelos cacheados eram longos, porém não chegavam ao pescoço do jovem como um corte chanel e seus olhos castanhos cobertos por óculos escuros como os de Alec e Baby.

-Desculpa, An, mas eles estão procurando o garoto que vai te dar um coração – disse Baby, alta, cabelos castanhos com chapinha presos em um rabo de cavalo baixo -soltos eles tem o mesmo comprimento que o cabelo de Inaiê- e olhos castanhos também por trás de um óculos escuro com grau - Eu estou aqui só por curiosidade.

-E eu estava aproveitando para fugir de vocês. Falaram com o Henzo? – perguntou He.

-Claaro. E ai, ele já foi falar com você? Você vai emprestar o logo? – perguntou Annie.

-Empresto, empresto. E sim, ele veio falar. Ele é legal, mana.

-E ai, quem é o cara do coração, hein? Não vai me dizer que é o professor! – dizia Alec com sua mania de caçar toda e qualquer alma viva que possa ser um possivel pretendente para Annie.

Todos presentes no momento encararam o garoto como se disessem : Alec, você não falou isso.

-Ta, deixa quieto....

-Tsc tsc... – Ina, Bea e Naah fizeram em uníssono enquanto Annie e Baby batiam em Alex.

No dia seguinte as garotas entraram na sala, organizaram o material e se prepararam. Após a palestra começaria a “corrida de duplas opostas”. As pessoas se acomodaram na sala e nos corredores os alto falantes anunciaram que as gincanas começariam 10 minutos mais cedo.

-Annie, você não vai participar dessa gincana? – perguntou Ina.

-Puts, e agora? Se ela pegar parte da palestra? – falou Naah pessimista como sempre

-Calma... Calma... Temos exatos quinze minutos antes de “palestrarmos”... E se alterarmos a ordem e eu desaparecer na hora da gincana? A Bea pode falar por ultimo! – falou Annie implorando com o olhar.

- Por mim tudo bem. – falou Bea trocando de parte do logo com Annie. – Mas e o fool?

-Boom, vocês sabem da história, não é? Então... Eu posso escrever rapidinho pra vocês, e também temos o slide do fool.

- Ah, entendi. E você vai falar sobre o meu tema? – perguntou Bea.

-Não, é só invertermos a ordem da apresentação .

-Certo, então começamos com a Annie falando do camaleão, depois a Naah falando do panda da hope, em seguida a Ina falando da puma e por ultimo a Bea falando da Ecko. Então nós três falamos do fool? – perguntou naah.

-Ah, não! Ah, não! Sabia!!! Sabia!!! – brincava Ina.

-Nhya, gomeen! Eu aceitei correr porque ia dar tempo! – falou Annie se martirizando

-Eu sei, eu sei... – Ina abraçou Annie e deu leves tapas em seu ombro.

-É bom vocês ganharem, viu Annie! – disse Bea.

-Mas sou eu! – falou Annie desconsolada.

-Nós sabemos, nós sabemos, hahahha – disse Ina.

-Bom, vamos nos arrumar porque os professores já estão chegando... Ai ai!– falou Naah ao ver que os professores que iriam avaliar a palestra entravam na sala.

As garotas pegaram partes do logo de He. Annie, a qual usaria a cauda, pegou a cabeça, Naah falaria em seguida, então pegou o inicio do corpo, Ina pegou a outra parte do corpo e Bea pegou a cauda, a qual era dividida em duas partes, a dela e a ponta da cauda, que seria as garotas falando sobre o fool.

Os professores se sentaram e as garotas começaram a apresentar. Cada uma falou de seu tema e, assim que terminaram fizeram uma roda, colocando os braços sobre os combros umas das outras e abaixando a cabeça.

-Elas não prestaram atenção em nada! Que raiva! – falou Annie se referindo às professoras.

-Verdade... E a corrida já vai começar! – completou Naah.

-Ah!!! Elas querem ouvir a gente falando do Fool. – disse Bea.

-E eu tenho de ir... – falou Annie apreensiva.

-Vai lá. A gente aguenta falar sem você – falou Bea.

-Kyaa, valeu! – disse Annie por ultimo.

As garotas desfizeram a rodinha e Annie se despediu da ‘platéia’ e do ‘juri’, saiu as pressas da sala. Correu até o local em que a prova seria realizada e encontrou Gustavo, com seus cabelos curtos, preto-azulados com um aspecto de recém lavado graças ao gel de cabelo que ele usara, seus olhos castanhos e pele clara, a esperando.

Na corrida de duplas opostas a dupla não corre exatamente junta. Cada um corre para um lado, seguindo as setas no chão. Vence a dupla que se encontrar primeiro no ponto final. Os participantesficam quase que frente a frente, 4 passos de distancia uns dos outros. A dupla fica “frente a frente na diagonal”, de forma que não se esbarrem ao correr. Dos lados as outras duplas na mesma formação.

Annie e August se posicionaram e, de forma inesperada, Jack e seu parceiro se colocaram ao lado dos dois. Jack ao lado de August e, consequentemente, ‘de frente’ para Annie. Todas as outras duplas tomaram seus lugares e esperaram atentas o apito da professora, porém a concentração de todos foi quebrada ao ouvirem uma voz nos alto falantes anunciando que a corrida seria em dez minutos.

Logo todos saíram de suas posições e foram para outro lugar qualquer.

-Annie, vou beber água. Já volto. – falou Gust indo em direção ao bebedouro mais próximo, o qual ficava em outro corredor.

-Okay. – Annie respondeu e, quando se deu por si, estava a sós com Jack.

Ambos se encararam, eles não haviam se mechido durante a agitação. Jack andou em direção a Annie e, antes mesmo que ela pudesse o cumprimentar, o jovem a abraçou forte e beijou seu ombro. A jovem se perdeu por um instante e retribuiu o gesto, tanto o abraço quando o beijo, porém algumas lembranças fizeram-na parar e se afastar bruscamente do jovem.

-Espera... – o jovem a segurou pelo pulso.

A garota desviou o olhar e tentou fugir, mas o jovem a empurrou contra a parede.

"Onde estão o Alec e o Heliot nessas horas?" – ela pensou tentando se desvencilhar.

-Só um beijo seu... – o garoto falou tentando segurar a jovem.

-Não!!! Você estava com a Kei!!! Me larga! – dizia a jovem.

-Eu não estou mais com ela. Ela está namorando o Pablo, você sabe disso...

A jovem não respondeu, apenas fechou os olhos e se encolheu. Em sua mente existia um pingo de esperança. Esperança que dizia que talvez, apenas talvez, se ela desmonstrasse seu medo, o fato de não querer isso ele se afastasse. E, surpresa, ele o fez.

-Quer saber, deixa quieto... – Jackson falou e voltou para seu lugar. Alguns minutos depois Gustavo voltou e as outras duplas vieram momentos depois. Todos estavam em seus lugares e a professora estava preparada para dar a partida.

-Pronta Annie? – perguntou Gustavo.

-Sim sim! – respondeu Annie ignorando os fatos antecedentes.

-Três! Dois! Um! Priiiiiiiiiiiiiiii – o som estridente do apito foi seguito por gritos de boa sorte. Todos os jovens começaram a correr pela escola seguindo as setas pelo chão. Em meio ao percurso Annie viu Carla, baixa e, resumindo uma descrição, a Velma de Scooby Doo humana, Breno, alto de pele negra, cabelos cacheados curtos castanho-escuros igual seus olhos, Paula, mulata de cabelos longos negros com alisamento e olhos castanhos com um óculos de armação fina prateada, Ster, com cabelos curtos e cacheados pretos e franja reta lisinha, olhos castanho-claros e pele clarinha e Helo, cabelos em um tom de mel quase castanhos, pele parda e olhos castanhos. A jovem deu um oi rápido e continuou a correr. Os garotos começaram a torcer por ela animados, desejando-lhe boa sorte. Escadas, mesas e alguns obstáculos pelo caminho deram à Annie e Gustavo o sexto lugar, uma colocação nada mal levando em conta que haviam 26 duplas participando.. Após a corrida Gustavo foi encontrar alguns amigos em uma das salas temáticas e Annie, andando em busca de suas amigas para saber como havia sido a palestra, encontrou Isa e Marcos, outros dois grandes amigos.

-An! Como foi na corrida? – perguntou Isa abraçando a jovem. Isa possuia pele clara, cabelos naturalmente cacheados porém quase sempre são vistos lisos em um tom de castanho claro semelhante a seus olhos.

-Fiquei em sexto, uhul! – falou An tentando ao máximo esquecer o acontecido com Jack.

-Hum... Sei, e o que mais aconteceu? – perguntou Marcos olhando para a expressão da jovem. Marcos era branco, sua pele era tão clara a ponto de ele poder se camuflar na parede. Seus cabelos eram de um loiro escuro e seus olhos castanhos.

-Ah... Bom... Não comentem. Com absolutamente ninguém! – falou dando ênfase na ultima frase.

-Ai meu deus. Conta. Agora eu fiquei curiosa. – perguntou Isa.

Os jovens se apoiaram na grade de segurança do segundo andar, a qual não era muito baixa nem muito alta e Annie começou a se explicar.

- Eu QUASE fui vitima do galinha Jack...

-O que?!?! Como assim?!?! – Marcos perguntou com um tom incrédulo quase forçado enquanto Isa me encarava.

-Pois é... – An estava entre os dois amigos e olhava fixamente para a parede à sua frente. – Só que eu fiz uma careta daquelas ‘socorro, mas ninguém vai me salvar, não, por favor’ e ele falou : “deixa quieto”... E eu não entendi isso... Ele não iria ficar me pressionndo até que aparecesse alguém lá? Ta legal que alguns minutos depois o Gust apareceu, mas nesse tempo ele poderia ter tentado alguma coisa... Mas ele parou...

-Não crie muitas esperanças. Você sabe como ele é... – disse Isa.

-Eu sei...

-E você gosta dele mesmo assim... – comentou Marcos.

-Não... Sei. – falou An. – Bom, vamos aproveitar a ultima semana?

-Vamos lá! Hora de esquecer dos meninos e aproveitar! – falou Isa puxando An, a qual puxou Marcos.

Quarta e quinta se passaram. Annie evitava ao maximo não encontrar Jack, não sabia do que ele era capaz. Não sabia do que ela era capaz. O jovem, por sua vez, agia de forma diferente do resto do ano. No final do ano passado a mesma coisa aconteceu. Todas as garotas tentaram conquistar o coração do garoto como que apenas uma competição. Aquela que conseguisse ganharia o coração de bronze, o garoto e o título de namorada do garoto mais popular. E exatamente nessa época Jackson evitava falar com as garotas ou dar esperanças à elas. Ele fugia das garotas e não dava em cima das mesmas. Talvez ele simplesmente agisse como deveria agir durante o ano inteiro.

Na sexta feira, ultimo dia de Aula, a maioria das garotas foram bem arrumadas,esperando ganhar um coração de bronze. Annie era uma das garotas que não ligava para isso, mesmo porque ela nunca havia ganhado um.

Annie e Isa se encontraram no terceiro andar. Olhavam para baixo vendo a movimentação e conversavam.

-Seria legal ir lá para baixo usando aquela escada de madeira... – Isa disse vendo que a escada ao lado estava “interditada”

-Néé. Se bem que aqui é meio alto. Se já dá tontura de olhar para baixo, imagina descer essa escada sem apoio! – falou Annie se afastando do corrimão rindo.

-Né! Mas deve ser legal! – os olhos de Isa brilhavam.

-Hey, Isa, vêm aqui um pouco? – Era Danilo. Seus cabelos eram ondulados escuros, sua pele morena e seus olhos quase negros.

-Sim, já volto, An. – Isa falou indo em direção ao jovem.

-Ok, huhuhu. – An disse enquanto piscava um olho para a amiga.

An estava sozinha no terceiro andar. A jovem apoiou a cabeça na grade e , logo em seguida, pode ver Djas flutuando com um belo vestido vermelho sendo seguida por suas amigas, Gabi e Juh, vestidas com o mesmo modelo de vestido, porém na cor branca.

-Vai lá, An! – falou Djas puxando a amiga pelo pulso e a jogando do terceiro andar ao térreo. Annie se sentou desnorteada após a queda e sentiu um coração acertar sua cabeça. Logo ela acordou. Aquilo tudo fora um sonho estranho, daqueles que realmente pareciam reais.... A dor em sua cabeça, como se eralmente tivesse sido acertada por um... - coração de cobre? - An disse para si mesma vendo um coração jogado próximo dela.

-Acorda!!! – era Jack gritando. Ele havia realmente jogado um coração de cobre na cabeça da jovem para que ela acordasse. A garota pegou o pingente do chão e olhou para baixo na direção do jovem.

-Isso doeu! – gritou An terminando de acordar.

-Desce aqui! – ele pediu.

A jovem assentiu com a cabeça e desceu até o térreo pela escada supostamente interditada levado consigo o coração.

-Não devia jogar isso nos outros. A garota que vai receber pode me bater, sabia? – An disse rindo.

-Acho difícil. Mesmo porquê, esse coração é do ano passado. Eu acabei não entregando ele para a garota que eu queria...

An olhou o coração e viu as iniciais J e A. O mesmo havia aberto com o impacto da batida e dentro dele An pode ver uma foto dele e uma foto dela. Ela... Exatamente ela, Annie, a garota mais estranha da escola.

-Eu? Ano passado? Eu?!?! – ela perguntou encarando Jack.

-É... Não sei se você lembra, mas eu entrei depois das férias de julho, no segundo semestre do ano passado. E eu era um nerd sem noção, achei que você nunca olharia pra mim assim. Achei que se eu aparecesse um pouco você olharia pra mim. Como não funcionou tentei te causar ciúmes, e isso foi se tornando um ciclo vicioso que me deu o apelido de “Galinha Jack” e... – o jovem falava até que Annie o interrompeu.

-Você é idiota?!?! – a jovem perguntou olhando nos olhos de Jackson.

-Segundo a minha irmã, sou completamente. Vêm comigo? – falou enquanto puxava a jovem pelo pulso.

-Não tenho opção. – riu Annie.

O jovem a levou até o armário dele. Abriu o mesmo e tirou uma caixa de chocolates de lá.

-Quer um? – ofereceu.

-Claro! São chocolates! – Annie falou pegando um. – Espera... Eles são de alguma admiradora?

-Não ,não, minha irmã deixou essa caixa pra mim na segunda. – ele falou sorrindo.

-Aaah, entendi. Sua irmã parece legal, hahaha.

-Ela é!

Um pequeno silencio se formou no local, até que Annie tomou coragem para perguntar.

-Então... Eu sou a garota que todos estão falando? A misteriosa alma que fez o Jackson participar da corrida de duplas opostas? – perguntou a jovem com um olhar sarcástico.

-Parece que sim! – ele respondeu tirando um segundo coração do bolso. – Este é o desse ano. – falou entregando descentemente o pingente à jovem.

Annie segurou o coração e Jack a abraçou. Ele beijou a bochecha da jovem e sorriu.

-Te amo. – ele disse baixo ao pé do ouvido da jovem.

-Eu acho que posso te amar se você desistir de tentar me impressionar e parar de sair com outras garotas. Te amar ainda mais...

-Se eu tiver você, nada mais importa. – ele olhou nos olhos da jovem e aos poucos a distancia foi diminuindo.

-Ah, é ele!! – disse Alec no final do corredor ao ver a cena. Olhou para Heliot e baby, agora os três estavam vestidos normalmente. Após a troca de olhares Alec começou a andar e acelerar o passo em direção ao casal recém formado.

-Vamos pega-lo! – falou Heliot seguindo Alec.

-Ah não! Vocês dois voltem aqui! – falou Baby puxando os dois pelo colarinho. Em seguida arrastou os dois para longe. – Alec, o senhor pode ir comprar o meu coração, e Heliot, vai entregar o coração de sua esposa. Para de seguir o caminho desse seu pai ciumento!

-Ah.. – os dois responderam em uníssono enquanto ouviam as ‘broncas’ de Baby.

- An!!!- Naah gritou ao ver a jovem de mãos dadas com Jackson- Vocês dois estão... Juntos?

-Não. – Repsondeu Jackson seguro. – Nós estamos namorando. Seriamente, por acaso.

Naah arregalou os olhos. – Vou roubar ela um pouquinho. – disse enquanto sorria e puxava a amiga.

-Primeiro, eu não ganhei um coração... – falou séria.

-Não? Mas eu achei que o Tomas ia... – começou Annie.

-eu ganhei um cartão de Tokio Hotel! Perfeito! Mais que perfeito!

-Que lindoooo! – disse An com os olhos brilhantes.

-E segundo, temos de achar as meninas. Precisamos ouvir essa história. Acho que eu vi a Isa com o Daniel la em cima, e a Ina estava com... – falava Naah enquanto Annie pensava na platéia que teria para contar a história.

Ultima semana de aula. Por mais que os alunos esperem esse momento, quando ele acaba e da espaço às férias de verão, sempre deixa saudades e um gostinho de quero mais.


-~*~-

Agradecimentos:

Henzo;

Andréa (não comentei o nome dela, mas ela estava assistindo a palestra);

Isis;

Carol;

Bruno;

Erika (Kika);

Patricia ;

Heloisa ;

Marcelo;

Henrique (nightmare);

Bárbara;

Abner;

Danny;

Kazumi;

Naah L.;

Inaê;

Bia;

Pedro;

Daniel;

Augusto;

Gabi(Amiga da Danny);

Juh (Amiga da Danny).

Essas pessoas que entraram em minha mente sem minha permissão e me fizeram sonhar com, talvez, uma das situações mais criativas e cheias de vida que eu já sonhei hahaha. Amo a maioria de vocês e, se você ta com o nome nessa lista, sabe o quão importante você é para mim.

Mayuga-fc²